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O governador Simão Jatene com Ozita Bitar, esposa do médico que deu nome à unidade, além do secretário Zenaldo Coutinho e o senador Flexa Ribeiro
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O Hospital Jean Bitar vai atender diversas especialidades médicas e ampliar o número de leitos na Grande Belém
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O hospital terá atendimento de média e alta complexidade, além de clínica médica e UTI Pediátrica e Neonatal.
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O governador Simão Jatene e o secretário de Saúde Helio Franco visitam as dependências do novo hospital
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A Região Metropolitana de Belém (RMB) acaba de ganhar um novo
hospital público, o ?Jean Bitar?, que oferecerá para a população 80
leitos de clínica médica e cirurgia geral, além de oito leitos de
terapia intensiva adulta, oito de neonatal, 12 de pediátrica e mais sete
leitos de pronto atendimento e oito de berçário, totalizando mais de
100 novos leitos incorporados pela rede estadual ao Sistema Único de
Saúde (SUS) do Pará. Esse é o primeiro hospital público inaugurado na
Região Metropolitana desde 2005, quando entrou em operação o Hospital
Metropolitano, ainda no primeiro governo de Simão Jatene.
O hospital Jean Bitar irá receber a demanda hoje concentrada no
Hospital Ophir Loyola de pacientes de clínica médica e de cirurgia geral
não oncológica passando a trabalhar com especialidades nas áreas de
Endocrinologia, Cardiologia, Pneumologia e Nefrologia. Com isso, o Ophir
Loyola vai poder iniciar reforma e expandir o atendimento na sua área
de referência, que é a oncologia, passando a oferecer 47 novos leitos. O
hospital ampliará ainda o atendimento da Santa Casa de Misericórdia,
disponibilizando mais 28 leitos, sendo 12 de UTI pediátrica, 8 de UTI
neonatal e 8 berçários. A inauguração da unidade hospitalar foi feita na
manhã desta segunda-feira (3), pelo governador Simão Jatene e sua
equipe de governo.
?A complexidade da saúde no Pará
exige um conjunto de ações. Essa unidade hospitalar coroa a primeira
gestação do nosso governo. Com nove meses completos de gestão estamos
entregando um novo hospital público. O último inaugurado na região
metropolitana de Belém foi o Hospital Metropolitano, entregue em 2005,
na nossa primeira gestão. Quero agradecer a população do Pará que
permitiu que pudéssemos realizar mais este grande investimento?,
ressaltou o governador.
O chefe do Executivo
relembrou os esforços que ele, juntamente com os representantes da
Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) fizeram para conseguir
desapropriar um hospital para melhorar a saúde na capital. ?Tínhamos
pressa. Estávamos correndo atrás do prejuízo e precisávamos encontrar
uma alternativa para liberar novos leitos e diminuir as filas que tem na
sua própria essência, a dor?. A secretária adjunta da Sespa, Rosemary
Góes, também ressaltou o quanto a equipe se empenhou para que a
desapropriação fosse realizada. ?Nós trouxemos o governador para o
hospital em uma quinta-feira Santa, em pleno feriado. Ele veio e
rapidamente entendeu o quanto essa conquista seria importante para toda a
população?, afirmou.
A diretora do Hospital Ofir
Loyola, Graça Jacob, garantiu ao governador que o novo hospital irá
oferecer humanização, modernização e atendimento de qualidade para a
população. ?Iremos levar essa cultura de humanização para o Ophir Loyola
e todos os locais do hospital. A nossa equipe está coesa, inteira e
compromissada em servir bem a população?.
Transplante
O governo do Estado também está preparando o Hospital Jean Bitar para
ser o primeiro centro médico da Região Norte a realizar transplante
hepático (fígado). Como se trata de um serviço de alta complexidade
precisa passar por várias etapas de aprovação. O Ophir Loyola já deu
entrada junto ao Ministério da Saúde para credenciar a equipe médica e o
material necessário para a realização do transplante.
O representante do Ministério da Saúde, Silvano Raia, participou da
inauguração do novo hospital público de Belém e falou sobre o
desenvolvimento do transplante na região Norte. ?Estou aqui com muita
alegria com tudo com o que estou vendo. É muito mais fácil implantar
serviços de transplante em locais onde já há uma tecnologia e
profissionais qualificados. Como estamos vendo todos esses fatores aqui,
podemos afirmar que o Pará tem a capacidade necessária para realizar os
mais diversos tipos de transplantes?, enfatizou.
Serviços oferecidos:
Cirurgia geral (40 leitos), nas seguintes especialidades: serviços de
parede abdominal; de cirurgia gástrica, incluindo a cirurgia bariátrica
(para redução do estômago); de fígado; de pâncreas e vias biliares e
serviço de intestino. A clínica médica (com 40 leitos), atuará nas
seguintes especialidades: Endocrinologia, Cardiologia, Nefrologia e
Pneumologia. Já está em andamento o projeto para implantação do serviço
de transplante de fígado.
Fonte: Agência Pará